Ferramenta gratuita · 2 planos por dia sem cadastro

Plano de pesquisa

Da ideia solta ao projeto que a banca lê: o problema delimitado, a pergunta de pesquisa, os objetivos, a justificativa e a metodologia — com a literatura da área, a referência ABNT e o cronograma. A IA propõe; você revisa campo a campo e baixa em .docx.

O tipo de trabalhomuda o rigor

Como você quer começar

Do jeito que ela está na sua cabeça. Não precisa estar formatada.

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Perguntas frequentes

Como funciona

O plano de pesquisa é de graça?

Sim, e sem cadastro: você escreve a ideia, recebe um plano com problema, pergunta, objetivos, justificativa e metodologia, ajusta campo a campo e baixa em .docx. Conta não é necessária para nada disso. Sem conta são 2 planos por dia; com a conta grátis, 8.

A IA escreve o meu projeto?

Não. Ela propõe um rascunho coerente com o que você contou, e cada campo é editável — a pergunta de pesquisa, os objetivos e o método são seus. A ferramenta não busca referência inventada: na etapa de literatura, o seu plano vira busca no SciELO, no OpenAlex e no acervo da plataforma, e você escolhe numa lista quais obras entram na bibliografia — cada uma com a referência ABNT pronta e o link para ler onde ela está.

Para que serve o plano depois de pronto?

Para três coisas: levar ao orientador (o .docx tem as seções que ele vai pedir), virar o projeto dentro da Entre Textos — a ficha nasce preenchida (título, tipo, pergunta, autores de base, descrição e prazo), a bibliografia escolhida entra na pesquisa e cada etapa do cronograma vira um marco com data —, e servir de calendário para saber quando cada etapa precisa fechar.

O que muda entre TCC, monografia, dissertação, tese e artigo?

O rigor e o tamanho: um TCC pede recorte pequeno, dois ou três objetivos e um método que caiba no prazo; uma tese pede lacuna delimitada na literatura, quatro ou cinco objetivos que se encadeiam e um método defensável perante a banca. A escolha do tipo entra no prompt e muda a proposta.

Já tenho a ideia toda, preciso das cinco perguntas?

Não. No modo Rápido você escreve a ideia do jeito que ela está na sua cabeça e o plano sai a partir dela. No modo Avançado, cinco perguntas guiadas (tema, contexto, problema, contribuição e prazo) deixam o plano mais preciso — vale a pena quando o tema ainda está solto.

Meu texto fica guardado no servidor?

Não. O plano fica no seu navegador, como as outras ferramentas grátis. Só a ideia vai ao modelo, por uma chamada sem retenção de dados (Zero Data Retention na OpenRouter) — a mesma trava do assistente de pesquisa.

O que sai no fim

Um plano de TCC, do começo ao fim

Este é o plano que a ferramenta propõe a partir da ideia “queria trabalhar leitura no ensino médio”. Cada campo foi editado antes de virar documento — como vai acontecer com o seu.

1 TEMA E DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA

A escola diz que quer formar leitores, mas a leitura literária no ensino médio costuma aparecer como tarefa avaliativa: resumo, prova, fragmento no livro didático. O que se sabe sobre o que acontece quando o adolescente escolhe o que ler, e sobre o que essa escolha muda na relação dele com a literatura, ainda é pouco — e o que existe está quase todo em pesquisa sobre o ensino fundamental.

2 PERGUNTA DE PESQUISA

Como estudantes do 1º ano do ensino médio de uma escola pública de Belo Horizonte descrevem a experiência de escolher e ler uma obra literária por conta própria?

3 OBJETIVOS

Objetivo geral: Analisar como adolescentes do 1º ano do ensino médio descrevem a experiência de escolher e ler literatura por conta própria.

  1. Identificar os critérios que os estudantes usam para escolher uma obra.
  2. Descrever o que eles dizem sobre a experiência de ler o que escolheram.
  3. Comparar essas descrições com o que a literatura da área diz sobre formação de leitores no ensino médio.

4 JUSTIFICATIVA

O que falta saber hoje é o ponto de vista do próprio adolescente sobre a escolha do livro — a maior parte do que se escreve na área parte do professor ou do currículo. Ouvir os estudantes interessa a quem ensina literatura: um professor que sabe como a escolha acontece consegue organizar o trabalho com leitura a partir dela, em vez de só cobrar o que já foi lido.

5 METODOLOGIA

Abordagem: qualitativa.

Tipo de pesquisa: Estudo de caso com entrevistas semiestruturadas

Participantes e contexto: Turmas do 1º ano do ensino médio de uma escola pública estadual de Belo Horizonte, com estudantes de 15 a 17 anos.

Análise dos dados: Análise de conteúdo temática sobre as transcrições e os diários.

Período da coleta: Um bimestre, no contraturno, com encontros semanais.

  • Entrevista semiestruturada
  • Diário de leitura escrito pelos estudantes

6 CRONOGRAMA

Prazo previsto: 1 ano — distribuído em cinco etapas.

  • Definição do tema e revisão da literatura: mês 1 a 4.
  • Desenvolvimento da pesquisa e coleta de dados: mês 4 a 7.
  • Análise dos dados: mês 7 a 9.
  • Redação dos capítulos: mês 9 a 11.
  • Revisão, formatação ABNT e entrega: mês 11 a 12.

No arquivo, cada seção vem com o título em caixa alta, o texto justificado e entrelinha 1,5 — pronto para o Word, o Google Docs e o LibreOffice. As referências entram em negrito no título, como manda a NBR 6023.

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